Situações básicas que permitem adquirir a cidadania portuguesa:

Filho(a) de português nascido em Portugal ou no Brasil ( e que tenha obtido antes de falecer a cidadania portuguesa).

Netos de português nascido em Portugal (se o filho do português faleceu sem obter a cidadania, é feito o processo de naturalização).

Bisnetos, em alguns casos. Se tiver o pai e avós vivos, é bem provável conseguir. Se tiver o pai falecido, é possível requerer via naturalização como neto, depois do seu avô. Se o seu avô/avó (filho do seu bisavô) for falecido, não é mais possível, segundo a atual legislação portuguesa.

Há duas maneiras de se obter a cidadania portuguesa, e alguns têm dúvida quanto às nomenclaturas, que são “por atribuição” e “por naturalização”.

Processo por atribuição
É o processo onde a cidadania é passada de geração em geração na família, do avô/avó para os pais e depois finalmente para os netos. Esse processo tem a vantagem de ser simples e muito efetivo, desde que tenha os documentos, é praticamente certo.

Processo por naturalização
Ocorre quando não é possível fazer o processo por atribuição, quando por exemplo, é neto de português e o seu pai/mãe (filho direto do português) é falecido.

As principais desvantagens deste processo é que além de ser mais demorado, pode ser negado. A cidadania por naturalização só é transmissível aos filhos do requerente que nascerem após a aquisição, ou para os menores de idade.

Observação: houve alteração em 07/2017, e não consta aqui a atualização.

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